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Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculo e de Proteção e Atendimento Integral à Família são discutidos em Roda de Conversa

Postado no dia 18 de junho de 2014, às 21:08

O debate levantou questões sobre a atuação dos profissionais no Suas

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O CRP-16, por meio do Crepop e da Comissão de Políticas Públicas do Conselho, realizou no dia 02 de junho, no auditório da sede do Conselho, em Vitória, uma roda de conversa sobre “A Atuação da (o) Psicóloga (o) no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV) e no Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF)”.

10389438_679789668724717_1411822255583957904_nA psicóloga Catarina Zambon da Silva, pós-graduada em Arteterapia pela Faculdade Saberes e técnica do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) de Planalto Serrano, na Serra, foi uma das debatedoras. Ela abordou questões referentes à atuação. Dentre elas, “se a/o psicóloga/o pode atender sozinha/o?; O que é atendimento psicossocial; Como trabalhar de modo interdisciplinar?”, entre outras.

Em sua abordagem, Catarina ressaltou a importância das publicações do Crepop. “Quase não10414473_679789848724699_773060917872259400_n tínhamos publicações oficiais e uma das primeiras coisas que eu pude ter acesso foi, exatamente, a publicação do Crepop. Através delas que muitos psicólogos começam a se perceber dentro de seus espaços”, disse.

Para ela, a ausência de políticas públicas eficientes por parte do estado dificulta o trabalho do profissional. E os CRAS são a porta de entrada de muitas situações complexas que atingem as/os psicólogas/os.

“Esse é o grande drama do psicólogo: encaminhar o serviço e o município não oferecer os serviços ou quando se oferecem não são bem estruturados”, frisou.

“Desenvolver vínculos”
O mestre em saúde coletiva da Ufes e técnico da Gerência de Proteção Social Básica da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (Seadh-ES), psicólogo Tullio Cézar de Aguiar Brotto, também foi debatedor na roda de conversa. Ele destacou que os profissionais devem focar sua atuação em defesa das políticas públicas.

“A gente (psicólogas/os) entra para contribuir, para desenvolver vínculos. O que a gente vai pensar para desenvolver vínculos? Precisamos pensar em como ofertar outros vínculos para a pessoa conseguir suprir o que lhe foi negado e projetar um futuro melhor”, destacou.

Livro
Durante a roda de conversa foi apresentada uma cartilha sobre o “Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV)”.  O psicólogo Tullio Cézar de Aguiar Brotto participou da formulação deste livro. E falou um pouco sobre o porquê de terem produzido esse trabalho:

“O serviço (SCFV) passa por um processo de reordenamento. Na prática você tem diferentes programas governamentais, com diferentes diretrizes de financiamento e isso faz com que o município fique engessado dentro dessa burocracia. Percebeu-se essa demanda. E foi feita essa pesquisa sobre o serviço. E a cartilha foi lançada no final de março desse ano. Ela é uma forma de orientar os profissionais, para desenvolver esses serviços tendo clareza do objetivo do serviço, onde se encaixa e pra que ele serve”.

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