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Eleições CRP-16: conheça mais propostas da chapa 11 Renovação da Psicologia

Postado no dia 18 de julho de 2019, às 16:07

Comissão Regional Eleitoral divulga mais um material referente ao processo eleitoral do Conselho Regional de Psicologia do ES

A Comissão Regional Eleitoral do CRP-16 promove, nos meios de comunicação do Conselho, mais uma divulgação referente às eleições da autarquia. O primeiro material divulgado foi de apresentação (clique no link e veja a apresentação da chapa 11 Renovação da Psicologia) das chapas inscritas no processo eleitoral. Desta vez, a CRE/CRP-16 apresenta mais propostas das chapas que participam do pleito.

Conheça abaixo mais propostas da chapa 11 Renovação da Psicologia.

27 PROPOSTAS DE RENOVAÇÃO DO CRP 16 

A Renovação da Psicologia é um movimento social da Psicologia Nacional, do qual membros da categoria no ES se tornaram integrantes e que busca garantir – uma vez que a percepção é de que isso se perdeu em gestões Brasil à fora – as duas grandes finalidades do CRP:

As propostas da Renovação do CRP 16 são construídas sobre 3 pilares, que também fazem alusão às 3 pontas da letra grega psi Ψ, símbolo da Psicologia:

Psicologia Ciência: Defesa do saber psicológico além do senso comum através de ações afirmativas para a promoção da Psicologia como ciência.

CRP Laico e Apartidário: Defesa de um CRP livre de dogmas religiosos e bandeiras partidárias.

CRP Estratégico: Gestão voltada para a finalidade do CRP, em ações que promovam a formação profissional, atendam as demandas práticas da categoria, otimizem a utilização de recursos do CRP e tragam benefícios palpáveis para os profissionais. 

1º PILAR – PSICOLOGIA CIÊNCIA

OBJETIVO 1. Expandir a informação para a população em geral e para gestores de serviços públicos sobre a ciência e a profissão em Psicologia e sobre aspectos do processo de trabalho em campos do exercício profissional

PROPOSTA 1: Com contratação de profissionais para o planejamento de estratégias de comunicação, como pronunciamentos, notas, cartilhas, infográficos e/ou campanhas regulares, nas demandas da dinâmica da sociedade capixaba para o exercício profissional, sempre sinalizadas pela categoria. Demandas já sinalizadas pela categoria incluem informações sobre: caracterização e relevância de serviços especializados nas diferentes áreas da Psicologia, diferença entre psicoterapeuta, terapeuta, psiquiatra e psicopedagogo e programas específicos no enfrentamento ao suicídio. Exemplo de projeto nessa direção é a campanha do CRP do Paraná “Coloque Mais Psicologia na Sua Vida” (https://crppr.org.br/maispsi/).

PROPOSTA 2 : Com promoções de ações de orientação e informação em datas estratégicas definidas pela categoria, com chamamento de membros da categoria que possam agir nessas datas a partir do reconhecimento público da própria categoria (por exemplo, no Dia da Mulher, psicólogos/as reconhecidos/as pela categoria por atuarem com grupos de empoderamento feminino, com mulheres vítimas de violência em serviços públicos, por estudarem relacionamentos abusivos em centros de pesquisa, tratarem traumas de mulheres na clínica, e assim por diante, receberão convite à ação).

 

OBJETIVO 2. Defender a continuidade e expansão das ações de construção de referências técnicas para a profissão, enfatizando a Psicologia baseada em evidência e/ou o conceito de boas práticas em Psicologia

PROPOSTA 3 : Com a compilação de intervenções de eficácia nas demandas que a sociedade capixaba coloca de modo específico à categoria; a partir das angústias diante dessas demandas, a categoria indicará a(s) demanda(s) a ser(em) alvo(s) da compilação, como as mais recentes: o bullying nas escolas, o suicídio e a autolesão.

PROPOSTA 4 : Com a articulação dos profissionais reconhecidos pela categoria por sua competência para a disseminação de boas práticas em projetos coletivos de grande relevância para o exercício profissional e para o desenvolvimento da profissão em Psicologia (disseminar, por exemplo, a boa prática de uma psicóloga da atenção primária à saúde de bairro da Grande Vitória, que obteve redução significativa do índice de gravidez na adolescência no território, ao ponto de ser reconhecida pela UNICEF). 

OBJETIVO 3. Estreitar relações com a mídia, promovendo análises aprofundadas e fundamentadas na ciência da Psicologia, e com proposições específicas de solução pela profissão, em momentos de crise

PROPOSTA 5: Com a construção de diretrizes eficazes e efetivas para a abordagem de temas recorrentes na mídia, como avaliação de porte de arma, suicídio, pedofilia ou abuso/exploração sexual, a partir da articulação e da mobilização dos membros da categoria que lidam com essas temáticas no trabalho com populações específicas. 

OBJETIVO 4. Colaborar com a regulamentação de procedimentos em áreas de interface com outras categorias

PROPOSTA 6: Com o fortalecimento de grupos de trabalho para estudo e regulamentação da avaliação e da intervenção psicológica em práticas com populações específicas, em áreas de interface, indicadas pela categoria, como, por exemplo, pessoas em cirurgias (bariátrica e de redesignação sexual) e em condição de desenvolvimento atípico. Para esta última população, é preciso discutir e fiscalizar o exercício do princípio “do not harm”, ou o princípio ético da beneficência: obrigação ética de maximizar o benefício e minimizar o prejuízo com capacitação na técnica e segurança na sua adequada aplicação. 

OBJETIVO 5. Defender e apontar a especificidade da profissão nos campos de atuação

PROPOSTA 7: Com contribuições em nível Federal na construção das diretrizes da especificidade da Psicologia nas ações nos processos de trabalho nas políticas públicas em geral, priorizando as da Seguridade Social (Saúde e Assistência Social) em sua interdisciplinaridade e intersetorialidade.

PROPOSTA 8: Com a definição de ações que demonstrem os processos psicológicos e psicossociais na construção da democracia e na redução da desigualdade, deixando claro o que concretamente pode e deve ser construído pela especificidade da ciência psicológica, e defendendo isto em contatos com o Estado e com a sociedade civil. 

2º PILAR – CRP LAICO E APARTIDÁRIO

OBJETIVO ÚNICO: Garantir uma gestão independente (em especial, de partidos políticos e de religiões) e não indutora de convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas ou religiosas

PROPOSTA 9: Com a redação de resolução que traduza a garantia do item “b” do Art. 2º do Código de Ética no exercício da gestão (é vedado “Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas […]”), o que implica ações com foco direto nas demandas específicas da categoria de acordo com a finalidade do CRP. 

3º PILAR – CRP ESTRATÉGICO

OBJETIVO 1: Garantir a manutenção da transparência nos critérios para o uso de recursos financeiros tipificando comportamentos concretos que violem princípios da administração pública em reunião aberta à participação da categoria e com a participação efetiva dos(as) trabalhadores(as) do CRP 16

PROPOSTA 10: Com a regulamentação interna da concessão de custeios e para qual finalidade.

PROPOSTA 11: Com a descrição de critérios objetivos, e de conhecimento direto da categoria, para a contratação de cargos comissionados e serviços de terceiros.

PROPOSTA 12: Otimizando o uso dos recursos a partir de documento que descreve operacionalmente atos da gestão que caracterizam a finalidade do CRP e que, portanto, indica itens financiáveis e sua justificativa de custeio.

OBJETIVO 2: Incentivar o relacionamento com a categoria, e entre membros da categoria, numa gestão que seja participativa e democrática porque foca suas ações no interesse de toda a categoria ou da maioria de seus membros

PROPOSTA 13: Realizando consultas públicas online, como enquetes e plebiscitos frequentes, sobre qual é realmente o interesse ou a opinião da categoria em relação ao uso do recurso das anuidades, fomentando a transparência da gestão na garantia dos princípios da administração pública.

PROPOSTA 14: Fomentando a instituição dos polos regionais do CRP.

PROPOSTA 15 : Fomentando Rodas de Conversa, solidárias e cooperativas, entre profissionais de inscrição nova e profissionais experientes e de carreira consolidada, priorizando temas, áreas e questões de interesse da maioria da categoria, como a Psicologia Clínica e a Psicologia Organizacional e do Trabalho; e/ou áreas emergentes ou desafiadoras, como a Psicologia das Emergência e dos Desastres e a Psicologia Jurídica.

PROPOSTA 16 : Com o planejamento e o funcionamento de um canal de ouvidoria que obedeça à Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017, que dispõe sobre participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública, dentre eles o direito a um atendimento eficaz, eficiente e efetivo presencial e telefônico e, em especial, online, com documentação e processamento eletrônicos.

PROPOSTA 17: Com a criação de meios/espaços de reconhecimento/premiação profissional e institucional com edital de chamamento descrevendo critérios técnicos a serem aplicados por avaliadores(as) externos(as).

OBJETIVO 3: Estabelecer parcerias em benefício da categoria, consultada em suas demandas relacionadas ao fortalecimento da profissão e à fiscalização do exercício profissional

PROPOSTA 18: Com a oferta de cursos de aprimoramento/aperfeiçoamento com valores acessíveis.

PROPOSTA 19: Cedendo espaços para a categoria ofertar atividades formativas de interesse e prioritárias para a própria categoria e para a finalidade do Conselho.

PROPOSTA 20: Estabelecendo parcerias com Planos de Saúde para a categoria ter acesso ao cuidado da saúde, como já faz o CRP 04 (MG) e o CRP 10 (PA/AP).

PROPOSTA 21: Estabelecendo parcerias para a segurança financeira da categoria, para seguro saúde temporário em caso de doença, quando em atuação como autônomo(a) e/ou como empreendedor(a).

PROPOSTA 22: Criando o banco de nomes de profissionais especializados/as e/ou reconhecidos/as em temática relevante nos serviços públicos ou privados para oferta de atividades formativas demandadas pela categoria.

PROPOSTA 23: Com treinamento de habilidades em gestão e finanças para pessoas físicas e jurídicas, que inclui registro e manutenção de dados de clientes em documentos e valoração de serviços prestados.

OBJETIVO 4: Colaborar com a agenda sindical da categoria na direção da garantia da independência da profissão e da dignidade de seus profissionais

PROPOSTA 24: Atuando na mediação e resolução de conflitos ou entraves com o poder público e com outras categorias e corporações, como as do setor de saúde suplementar. O CRP reconhece tratamentos psicológicos baseados em evidência e boas práticas e esse reconhecimento será orientador de planos de saúde e de governos, a partir ou não de decisões judiciais, na contratação de profissional que comprove formação adequada para realização desses tratamentos.

PROPOSTA 25: Executando pesquisa sobre quem é o psicólogo capixaba (formação, ocupação, renda, vínculo trabalhista etc.), para subsidiar reinvindicações por melhores condições de trabalho.

OBJETIVO 5: Aproximar-se das instituições e associações de ensino da Psicologia na garantia da integração da formação com a atuação profissional no mercado de trabalho, reduzindo a insegurança que marca a finalização da graduação

PROPOSTA 26: Realizando consultas periódicas aos estudantes finalizando a graduação para montagem da “Lista de perguntas e respostas mais frequentes sobre a transição entre o ser estudante e o ser profissional” que guiará as orientações do CRP aos recém-inscritos a partir de suas demandas legítimas.

PROPOSTA 27: Participando ativamente do processo formativo, como nas Semanas Acadêmicas de Psicologia, enfatizando a necessidade de todas as capacitações, inclusive a capacitação técnica; ou no Projeto de Extensão “Jovens Conselheiros da Profissão da Psicologia”, que incentiva a participação de estudantes finalistas nos grupos eventuais de trabalho do CRP, de modo a potencializar lideranças para o fortalecimento do sistema Conselhos, problematizando campos de trabalho em Psicologia a partir das demandas de saber legítimas do lugar de fala estudantil, em geral não ouvidas durante a faculdade: salários, empregadores, sustentabilidade financeira, especialização técnica, autonomia, serviço público e privado, credenciamento com Planos de Saúde etc.

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