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Você conhece as políticas e as ações do Sistema Conselhos para a educação?

Postado no dia 23 de setembro de 2011, às 17:14

Veja também os desafios que as(os) profissionais da área enfrentam. As diretrizes curriculares (licenciatura) da Psicologia serão discutidas na próxima reunião, dia 29

Comissão de Educação do CRP-16: participação é aberta à categoria

Comissão de Educação do CRP-16: participação é aberta à categoria

Você sabia que o Sistema Conselhos de Psicologia tem políticas em educação para amparar as psicólogas e os psicólogos que atuam no sistema educacional? Sabia que há ainda um plano de ações com atividades propostas com objetivo de contribuir e diminuir as angústias das(os) profissionais que atuam nessa área?

Essas questões foram debatidas na reunião da Comissão de Educação do CRP-16, realizada na sede do Conselho, em Vitória, no dia 15 de setembro. O próximo encontro já está marcado: será na quinta-feira, 29, veja detalhes ao final da matéria e participe!

Eixos
A conselheira-presidente da Comissão, Flávia Melo dos Santos, mostrou os quatro eixos das políticas de educação do Sistema Conselhos:

Eixo 1 – Psicologia, Políticas Públicas Intersetoriais e Educação Inclusiva; eixo 2: Políticas Educacionais: legislação, formação profissional e participação democrática; eixo 3: Psicologia e Instituições Escolares e Educacionais; eixo 4: Psicologia no Ensino Médio.

Flávia apresentou ainda o plano de ações do Sistema Conselhos de Psicologia, que também é divido em eixos:

Eixo 1 – Aperfeiçoamento Democrático do Sistema Conselhos; eixo 2 – Construção de Referências Estratégicas de Qualificação para o Exercício Profissional; eixo 3 – Diálogo com a Sociedade e com o Estado.

De acordo com a conselheira, as políticas e o plano de ações visam reforçar e criar políticas públicas que garantam a educação para todos e todas.

Plano em prática
Algumas ações já vêm sendo promovidas seja pelo Conselho Federal de Psicologia ou pelos Regionais.

Isso porque tanto o plano quanto as políticas foram definidos pelo VII Congresso Nacional de Psicologia (CNP), realizado em junho de 2010, em Brasília. O evento traz orientações para o as gestões do Sistema Conselhos realizarem suas atividades no triênio (2010-13).

Um exemplo apresentado na reunião faz parte do eixo 2 do plano de ações: sobre a participação nas Conferências de Educação, a fim de contribuir, a partir da perspectiva da Psicologia, na política de educação de qualidade para todos e todas.

“Estamos aprovando a participação do CRP-16 no Conselho Estadual de Educação. Já temos a participação do CFP no MEC (Ministério da Educação)”, revelou a conselheira Flávia.

Ela chamou a atenção para importância em se ocupar esses espaços. “Não adianta a gente ter mil ideias, se a gente não está nesses espaços. E o Conselho está buscando isso aí”, pontuou.

Em sintonia
Além de evidenciar a preocupação e o zelo do Sistema Conselhos com as psicólogas e os psicólogos que atuam na área educacional, o plano de ações e as políticas de educação parecem estar em sintonia com as necessidades de quem atua com a Psicologia no sistema de ensino.

O eixo 1 das políticas de educação aborda a educação inclusiva. Quem participou da reunião mostrou os desafios em se lidar com essa temática.

Antes de vir para Vitória, a psicóloga Raquel Matos de Souza trabalhava em uma escola pública, em Campos, Rio de Janeiro.  Ela contou sobre as dificuldades em se trabalhar com alunos autistas, hiperativos e com síndrome de Down.

Segundo Raquel, além da falta de estrutura adequada e recursos humanos especializados em atender esses casos por parte da própria escola, ela sofria até com os familiares dessas crianças. “Pais que falavam: meu filho não é doido, não tem que se consultar com psicóloga nenhuma”, citou.

Outro ponto levantado por Raquel é que a direção da escola a via como uma coordenadora. Porém, ela não aceitou esse rótulo e nem quando ofereceram uma sala para ela. “O campo de atuação da psicóloga é toda escola”, argumentou.

A psicóloga Edireusa Fernandes da Silva também mostrou seu empenho para trabalhar com deficientes auditivos. Ela é uma das únicas psicólogas no Estado que sabe a linguagem brasileira de sinais (libras).

Lei de inclusão existe, mas…
A conselheira e membro da Comissão de Educação Fernanda Schiavon Ogioni alertou que a inclusão escolar é lei, porém muitas instituições “tiram o corpo fora” na hora de receber alunos com necessidades especiais.

De acordo com ela, diretores alegam que a criança corre o risco de ficar reprovada, coloca empecilhos e acabam não aceitando em determinadas escolas.

Outra norma que não é bem cumprida é a Lei Estadual nº6947/2001, que prevê o serviço de Psicologia Escolar na rede pública estadual de ensino fundamental e médio. Promulgada há praticamente uma década, a lei não é aplicada na grande maioria das instituições.

Próxima reunião e representação na Abep
A próxima reunião da Comissão de Educação já está marcada. Será na quinta-feira, 29 de setembro, às 18h30, na sede do CRP-16, em Vitória.

Na pauta, o repasse do VIII Encontro da Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (Abep) e a discussão sobre as diretrizes curriculares (licenciatura) da Psicologia. A participação é aberta à categoria.

Representação na Abep. A psicóloga e membro da Comissão de Educação do CRP-16 Fabiana Pinheiro Ramos é quem irá repassar as informações na próxima reunião do dia 29.

Ela participou do VIII Encontro Nacional da Abep, realizado na Universidade Federal de Goiás (UFG), entre 07 e 10 de setembro, em Goiânia.

Esse evento definiu o que a próxima gestão vai produzir na área da educação. Além disso, o encontro na capital goiana elegeu a nova direção da Abep. E a psicóloga capixaba Fabiana foi eleita e fará parte da gestão (2011-13) da Associação, como diretora.

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